domingo, 27 de abril de 2008

A sorte continua a acompanhar-me... ou não!


Para além de andar aborrecido até mais não, o que melhor senão ficar adoentado?
E logo eu que gosto tanto de ficar doente e pimba... sou presenteado com uma bela gripe.
Mas para não dizer que me fico só com uma reles gripe ora toma lá uma luxação ou lá o que é isto no cotovelo...

É pena não haver um euromilhões para coisas se saúde, porque a haver... era bem possível que ganhasse.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Aos Srs. do Google/Blogger II

Afinal o meu post não tinha razão de ser, e tudo se deve à minha burrice pois não tinha explorado todas as opções que o blog oferece, posto isto peço desculpa aos srs. do Google/Blogger.

No entanto a minha oferta para ir trabalhar convosco mantêm-se!

Provavelmente a melhor cantiga que já ouvi

Quando pensava que já tinha ouvido de quase tudo heis me deparo, numa das minhas incursões pelo YouTube, com uma música inolvidável, aquela que provavelmente será a melhor música do mundo no que se refere à crítica social.

O nome dele é Nel, Nel Monteiro e a música entitula-se de e passo a citar "Puta Vida Merda Cagalhões", deixo-vos aqui este hino...



PS: esta é que eu me lembre a única música em que oiço referência a cagalhões, nunca antes esta palavra foi por mim escutada em qualquer outra cantiga...

Aos Srs. do Google/Blogger

Gostava de deixar aqui um crítica aos senhores do Google/Blogger, em relação aqui ao blogspot.

É o seguinte: Senhores do Google/Blogger (vocês têm tantos colaboradores que até resolviam isto em 5 minutos) mas porque raio a hora das mensagens que se postam há-de ser estática e tem de ser sempre às 10.34, e temos de ser nós a ir ali por a hora certa?
Aquilo deve ser meia dúzia de linhas de código que se tem de alterar e ficava logo dinâmico, assim ficava uma coisa mais jeitosa...

Humm?! Está bem?

Já agora se quiserem contratar-me para ir trabalhar para a vossa empresa a fazer assim qualquer coisa que não requira grande esforço, mas que seja bem remunerada... já sabem, estou aqui às ordens.

Um bonito elogio às minhas capacidades de gestão

Depois de um comentário num fórum no qual expunha algumas das minhas ideologias de como se gerir uma empresa, recebi um comentário que me deixou bastante agradado.

Foi este o comentário à minha intervenção:

"É pena que não haja mais pessoas a pensar assim, a preferirem apontar espingardas para o ar e disparar em todas as direcções à espera de desviar atenções para aquilo que realmente são os verdadeiros problemas...

Enquanto uns crescem sustentados em projectos, outros definham atacando moinhos de vento e planeando em cima do joelho..."

Isto só me leva a crer que sou um gestor de sucesso em prespectiva, ou então não..


quarta-feira, 23 de abril de 2008

Apelo a todos os professores



Quero lançar um apelo a todos os professores, principalmente os universitários, que é o seguinte: Se não têm paciência para dar aulas dediquem-se a outra coisa! É que há por aí tanto professor no desemprego com vontade de trabalhar que vos substituem na boa.

Será que não percebem que ao estarem ali a fazer um frete é prejudicial para todos? É que assim ninguém aproveita nada, eles estão ali a contra-gosto e os alunos não conseguem tirar partido das aulas.

É isso e aqueles professores que sabem e dominam a matéria à grande, mas não conseguem expressar essa sabedoria, não têm jeito para dar aulas, e nem se sentem eles à vontade nem nós, porque não tentam enveredar por outro caminho que não aquele?

Eu para ser sincero nunca me veria como professor e porquê? Porque não tenho jeito para ensinar e não é aquilo que eu gostaria de fazer.

O que será pior?


O que é pior, ficar na incerteza ou ter uma desilusão?

São as duas coisa más eu tenho a noção disso, mas qual delas a pior, talvez a incerteza, não é?
Na incerteza pelo menos há 50% de hipóteses de se ficar agradado e 50% de ficar triste/desiludido, ou como se lhe queira chamar..

É um risco que se corre e que alguns dizem que é cobardia não arriscar, talvez sim, porém há que ter uma mínima noção do nosso estado para avaliar se o poder de encaixe está assegurado ou se pelo contrário se tudo se vai desmoronar nas ondas da desilusão.

Há muitas coisas que eu gostava de dizer e fazer mas o meu subconsciente trava-me a fundo e mantém-me regularmente num baixo limite de "velocidade", devido ao estado quer do "veículo", quer das "estradas"..

Pois é... sou um bocado para o complicado...

domingo, 20 de abril de 2008

Pra quê tanta coisa inútil????




Mas porque é que tenho de ser massacrado com uma alarvidade de disciplinas de matemática se aquilo não vai ter utilidade rigorosamente nenhuma no meu futuro?
Porque não apostar em disciplinas realmente úteis?
O mais ridículo é que depois as próprias empresas perguntam o seguinte: mas porque é que vocês têm tantas disciplinas de matemática e tanta coisa que não tem o mínimo interesse para a vossa actividade profissional?
Parecendo que não mas isto é um bocado triste, é aquilo a que se chama trabalhar pra nada...

Bem, agora que já me insurgi um bocadinho vou continuar o estudo. Mas por acaso tenho muitas coisas com que me insurgir, até podia muito bem fazer aqui uma crónica.

Devia mas é ser sindicalista... não precisava de grandes estudos, pouco fazia, andava sempre a laurear a pevide e ainda ganhava bem...

Algo de audivelmente diferente

E para animar aqui um bocadinho isto algo de super enérgico, uma miscelânea de pessoas de várias nacionalidade (um ucraniano, dois russos, um israelita, um etíope, um norte-americano, uma americo-tailandesa(!), uma chineso-escocesa(!), um equatoriano e um romeno-japonês(!)) , agita-se bem e voilá, heis que surge Gogol Bordello.
Eu quando oiço isto mais parece que de repente estou no meio de uma festa em pleno acampamento cigano.


É um álbum que recomendo este último "Super Taranta!", quem tiver a oportunidade de o ouvir que experimente, é algo de completamente diferente da música mais usual que por aí se ouve, é aquilo a que eles chamam de Punk-Cigano.

Deixo aqui um dos temas deste álbum, que penso ter sido o primeiro single:

sábado, 19 de abril de 2008

Isto está paradinho, mas vai voltar a ter actividade muito em breve!

Pois é, isto tem estado muito paradinho, mas para ser sincero não ando com grande espirito nem para aqui escrever, ando numa fase em que não me apetece fazer rigorosamente nada, às vezes nem respirar, e o que faço é só mesmo porque tem de ser, enfim... fases estúpidas.

Mas isto vai voltar a ter actividade, soon!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Iniciativa engraçada

Durante as minhas viagens ao youtube, encontrei esta iniciativa bastante gira, em que alguém pegou em alguns dos temas do álbum homónimo dos She Wants Revenge (que diga-se é um álbum bastante agradável, o qual descobri através das minhas aventuras pelo meio da pirataria, mais propriamento o descarregamento ilegal... isto não era para se dizer), e criou uma espécie de filme.
Tudo isto foi feito usando um jogo de computador, isso mesmo, um jogo de computador, o The Movies, onde o objectivo é criar uma produtora Hollywodesca, e uma das possibilidades é dar azo à nossa faceta de realizador e de criar as nossas próprias obras da 7ª arte.

Aqui ficam os 7 capítulos da histórinha.
Capitulo 1


Capitulo 2


Capitulo 3


Capitulo 4


Capitulo 5


Capitulo 6

(não sei porquê mas este link nem sempre funciona, aqui fica a ligação para o vídeo)

Capitulo 7


Capitulo 8

Solidão




A solidão para mim é daqueles sentimentos que poderiam muito bem deixar de existir.

A solidão é daquelas coisa que não se vê, nem aleija, mas sente-se e dói bastante, por vezes muito mais do que se nos aleijarmos. Eu para ser sincero tenho algum pânico da solidão, é daquelas coisas que só de pensar me deixa deprimido. Mas a solidão de que falo é aquele tipo de solidão em que até se pode estar rodeado de pessoas mas mais parece que estamos no meio do deserto e onde quer que a nossa vista alcance só se vê o vazio, e quando se pensa ter encontrado um oásis, tudo não passa de uma mera ilusão, é assim a vida... mas nem a de toda a gente.

Mas aquilo que mais custa é sem dúvida quando se está perdido no meio da solidão e não uma mão que se estenda, um ombro que reconforte, aquilo que há somos apenas nós, e a nossa força para nos levantar, mas essa força não dura sempre, precisa de ser recarregada, porque se tal não acontece é como um telemóvel quando a bateria descarrega, pudemos tentar ligá-lo uma ou duas vezes mas ele apenas "pisca os olhos" e segundos depois desliga-se até que esse "piscar de olhos" simplesmente deixa de ocorrer a única coisa que acontece é... nada! A energia esgota-se!

As pessoas dizem: "cada um tem o que merece!"
Mas será que eu mereço tão pouco? Se fosse um pulha merecia mais? Sinceramente não sei, aquilo que sei é que a minha bateria vai enfraquecendo cada vez mais.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Our deepest fear...

Coach Carter, é um daqueles filmes que para ser sincero não tinha grandes expectativas sobre ele mas que sem ser um filme fantástico é um excelente filme. Não é um filme recente já o vi faz mais de 2 anos, mas ouve uma citação que acho soberba e que até hoje me marca.
A citação é do poema Our Deepest Fear, da escritora Marianne Williamson.

Aqui fica...

"Our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond measure. It is our light, not our darkness that most frightens us. We ask ourselves, Who am I to be brilliant, gorgeous, talented, fabulous? Actually, who are you to be? You are a child of God. Your playing small does not serve the world. There is nothing enlightened about shrinking so that other people won't feel insecure around you. We are all meant to shine, as children do. We were born to make manifest the glory of God that is within us. It's not just in some of us; it's in everyone. And as we let our own light shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberated from our own fear, our presence automatically liberates others."


O inferno dos vivos

O inferno dos vivos é o que já existe aqui, o inferno onde vivemos cada dia.
Existem duas maneiras de escapar do seu sofrimento. A primeira é fácil para muitos: aceitar o inferno. A segunda é arriscada: procurar aprender a reconhecer quem e o quê, no meio do inferno, não faz parte do inferno, e depois fazê-los resistir, dando-lhes espaço.

Italo Calvino, Cidades Invisíveis

terça-feira, 15 de abril de 2008

Dia estranho

Um dia que devia ser um pouco diferente mas que porém não passou de apenas mais um dia como outro qualquer, um típico dia em que a solidão alastra e toma conta de nós e pondo-nos num estranho estado de espírito.

Hoje foi daqueles dias em que a banda sonora se resumia a uma música que acho que enquadra bem o que disse..



Não me resta nada, sinto não ter forcas para lutar,
É como morrer de sede no meio do mar e afogar,
Sinto-me isolado, com tanta gente à minha volta,
Vocês não ouvem o grito da minha revolta.
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei,
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei.
Não sei do que fujo, mas esperança pouca me resta,
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta.
As pernas tremem, o tempo passa, sinto o cansaço,
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso,
Dia amanhece, algo me diz para ter cuidado,
Vagueio sem destino, nem sei se estou acordado.
Sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha,
Não sei se a alma existe, mas sei que alguém feriu a minha.
Às vezes penso se algum dia serei feliz,
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz...

Mantém-te firme,
quando pensares que não consegues lutar,
que o mundo vai acabar,
ouve a voz dentro de ti!
Mantém-te firme,
não te esqueças que podes sempre escolher,
ninguém te pode vencer,
usa a forca dentro de ti!

Mantém-te firme,
quando pensares que não consegues lutar,
que o mundo vai acabar,
ouve a voz dentro de ti!
Mantém-te firme,
não te esqueças que podes sempre escolher,
ninguém te pode vencer,
usa a forca dentro de ti!

Não há dia que não pergunte a Deus, porque é que nasci,
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui,
Se dependesse de mim teria ficado onde estava,
Onde não pensava, não existia, não chorava,
Sou prisioneiro de mim próprio o meu pior inimigo,
Às vezes penso que passo tempo demais comigo.
Olho para os lados não vejo ninguém pra me ajudar,
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar.
Quem sou eu? Para onde vou? Donde vim?
Alguém me diga porque é que me sinto assim.
Sinto que a culpa é minha, mas não sei bem porque,
Sinto lágrimas nos olhos mas, ninguém as vê.
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso.
Mostrem-me a saída deste abismo imenso.
Pergunto-me se algum dia serei feliz,
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz...

Tento não me ir abaixo mas, não sou de ferro,
Quando penso que tudo vai passar, parece que mais me enterro,
Sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver,
E penso para mim mesmo, será que Deus me quer?
A vida é uma granda merda, e depois a morte,
Cada um com a sua sina, cada um com a sua sorte.
Não peço muito, não peço mais do que tenho direito,
Olho para trás e analiso tudo o que tenho feito.
E mesmo quando errei foi a tentar fazer bem,
Não sei o que ódio, não desejo mal a ninguém.
Há-de surgir um raio de luz no meio da porcaria,
Porque até um relógio parado esta certo duas vezes por dia!
Vou aguentando, a esperança é a ultima a morrer,
Neste jogo incerto que resultado, não posso prever,
E quando penso em desistir por me sentir infeliz,
Oiço uma voz dentro de mim que me diz (...)



segunda-feira, 14 de abril de 2008

The begining...

Heis a minha estreia na blogosfera, é um fenómeno realmente interessante que funciona como que um abrigo no meio da densa internet, cada vez mais atolada em conteúdos e coisinhas que a maior parte só serve para... pois... talvez para nada, mas isso são outras conversas.

Não sou nenhum blogger profissional nem nada que se pareça, e para ser sincero não tenho a mínima intenção de o ser, apenas quero aqui partilhar um pouco daquilo que penso e daquilo que oiço e vejo.